AutomaSYS

Como trabalhamos

O método.

A AutomaSYS trabalha em quatro fases: diagnóstico do fluxo real, primeiro processo em produção com indicador definido antes da construção, operação assistida sob monitoramento e esteira de expansão. O modelo é de assinatura mensal, com a implantação embutida — não existe fatura separada de projeto.

Fase 1 — Diagnóstico do fluxo real

Trinta minutos para mapear como o processo acontece de verdade, e não como está descrito no manual. A diferença entre os dois é quase sempre onde mora o gargalo. Sem custo e sem compromisso de contratação.

Saímos do diagnóstico com três coisas escritas: onde a operação perde tempo ou dinheiro, qual processo atacar primeiro e qual indicador vai provar que funcionou. Se a conclusão for que o seu caso não pede o nosso trabalho, é isso que você ouve.

Fase 2 — O primeiro processo em produção

Um processo, escolhido pelo par dor + mensurabilidade, entra no ar com indicador definido antes da construção. Automatizar a empresa inteira de uma vez é a receita conhecida para gastar muito, demorar meses e travar no meio.

A ordem importa: primeiro o desenho do fluxo (quem dispara, o que acontece na exceção, quem é avisado quando falha), depois a escolha da tecnologia. Ferramenta escolhida antes do processo é a origem da maioria das automações que ninguém consegue manter.

Fase 3 — Operação assistida

O que está no ar passa a ser monitorado continuamente. Falha gera alerta para nós, com identificação do que quebrou, e a correção acontece dentro do contrato — não em um novo orçamento.

Nas primeiras semanas acompanhamos a adoção junto ao time. É o período em que a maior parte dos projetos falha em silêncio: a automação funciona, mas as pessoas continuam fazendo do jeito antigo por insegurança. Ajuste de usabilidade e de comunicação interna faz parte da entrega.

Fase 4 — Esteira de expansão

Com o primeiro processo provado, os próximos entram em fila priorizada por você. Não há renegociação a cada item nem proposta nova a cada ideia — a esteira é o próprio objeto do contrato.

É aqui que o modelo de assinatura muda o incentivo. Quem cobra por projeto ganha vendendo o próximo projeto. Quem cobra por operação ganha reduzindo falha e retrabalho, porque o custo de sustentar uma operação instável recai sobre quem a sustenta.

Como cobramos

Assinatura mensal única, com implantação embutida. Sem taxa de setup, sem fatura separada de projeto e sem cobrança por chamado. O valor é definido no diagnóstico, a partir do número de processos e do nível de sustentação, e fica fixo em contrato.

Não publicamos tabela porque operação não é produto de prateleira: o mesmo processo custa diferente em empresas com sistemas diferentes. O que garantimos é que o valor sai da primeira conversa técnica — não depois de três reuniões comerciais.

Para quem esse modelo não serve

Empresas abaixo de 50 funcionários sem processo repetitivo de volume, quem procura uma entrega pontual e sem continuidade, e quem quer terceirizar a decisão sobre a própria operação. Nesses casos, dizemos não na primeira conversa.

Recusar cedo é parte do método. Contrato que não se paga vira desgaste dos dois lados, e capacidade ocupada com o cliente errado é capacidade que falta para quem realmente precisa de sustentação contínua.

Perguntas frequentes

Existe fidelidade ou multa de cancelamento?

O compromisso mínimo cobre o ciclo de implantação do primeiro processo, porque é ele que concentra o esforço inicial e está embutido na mensalidade. Depois disso, a permanência é decisão sua a cada mês — se a operação não estiver entregando valor, o problema é nosso, não seu.

Quantos processos entram por mês?

Não trabalhamos com cota fixa, porque processos têm complexidades muito diferentes. Trabalhamos com fila priorizada: você define a ordem, nós informamos o esforço, e a esteira avança sem renegociação a cada item.

Quem é o dono do que for construído?

Você. Documentação, credenciais e acesso à infraestrutura ficam com a empresa contratante. A dependência que vendemos é de serviço, não de refém — se a relação terminar, a operação continua e pode ser assumida por outro time.

Vocês atendem qualquer empresa?

Não. O modelo faz sentido a partir de cerca de 50 funcionários, quando existe processo repetitivo com volume mensurável. Abaixo disso, normalmente uma ferramenta pronta resolve melhor — e dizemos isso na primeira conversa.