A empresa
Engenharia de operações.
A AutomaSYS não é uma agência que monta fluxo e entrega. É uma casa de engenharia que constrói software próprio, cobra por ele, sustenta o que está no ar — e aplica a mesma disciplina dentro da operação de quem contrata.
Por que existimos
Porque a automação corporativa tem um padrão de fracasso conhecido: o projeto é entregue, o consultor vai embora e alguns meses depois o fluxo quebra em silêncio. Ninguém percebe no dia. A empresa volta para a planilha e conclui que automação não funciona.
O problema nunca foi a tecnologia. Foi a ausência de dono depois da entrega. A AutomaSYS existe para ocupar esse lugar — o de quem responde pela operação enquanto ela estiver rodando.
Como somos diferentes
Vivemos do que construímos. Nossas plataformas estão em produção, com cliente pagando e obrigação de não cair — o mesmo compromisso que assumimos com a operação de terceiros.
Isso muda a conversa técnica. Não recomendamos arquitetura que nunca sustentamos, nem vendemos ferramenta que não operamos de madrugada.
Portfólio próprio
O que a empresa construiu
Produto de verdade, com preço, cobrança e sustentação. Não são protótipos nem demonstrações.
API de WhatsApp vendida como produto. A empresa cria suas conexões, recebe um endereço e integra ao próprio sistema — com cobrança por conexão, período de teste e painel de gestão.
Em produção, com pagamento em cartão e PIX.
Ver a plataforma →Plataforma de agendamento para negócios de atendimento: link público de reserva, controle de disponibilidade, confirmação por WhatsApp e cobrança integrada.
Em produção, com agendamento automático e pagamento online.
Ver a plataforma →Emissão de nota de serviço direto pelo Emissor Nacional, sem intermediário pago, com trilha de auditoria de cada emissão.
Construído sobre a obrigatoriedade nacional de 2026.
CRM com WhatsApp integrado e isolamento total entre empresas: cada operação enxerga apenas os próprios dados, com registro de auditoria que ninguém apaga.
Em operação assistida.
E a infraestrutura que sustenta tudo isso
Automação de processos, integração entre sistemas, canal de atendimento, emissão fiscal, painéis operacionais e monitoramento contínuo. A mesma base que colocamos para funcionar dentro da operação de quem nos contrata.
Como pensamos
Seis princípios que não são negociáveis
Processo antes de ferramenta
A tecnologia é escolhida depois que o fluxo está desenhado. Ferramenta escolhida primeiro é a origem da maior parte das automações que ninguém consegue manter.
Um passo por vez, medido
Nenhuma operação é automatizada de uma vez. Um processo entra com indicador definido antes da construção, e a expansão só acontece depois da prova.
Governança desde o primeiro dia
Credencial em cofre, acesso por menor privilégio, registro auditável. Segurança não é uma fase posterior do projeto.
Documentação viva
O que está no ar é o que está documentado. Conhecimento que existe só na cabeça de alguém é dependência disfarçada de fornecedor.
Recusar cedo
Contrato que não se paga desgasta os dois lados. Quando o caso não pede o nosso trabalho, dizemos na primeira conversa.
Falar de negócio, não de ferramenta
O indicador é tempo, custo, erro e escala. O nome da tecnologia é meio — e não deveria ocupar espaço na conversa com quem decide.
Direção
Quem responde pela operação
A AutomaSYS é dirigida por Flávio Lopes, que trabalha há mais de duas décadas dentro de operações de tecnologia — de suporte crítico e infraestrutura a direção de operações e gestão de entrega de serviços em empresa de software.
Na prática, isso define a pergunta que a empresa faz primeiro. Não é “qual ferramenta usar”, e sim “o que quebra quando essa operação dobrar de tamanho, quem é avisado quando falhar e quem sustenta isso daqui a um ano”.