AutomaSYS

Operação automatizada como serviço

A operação roda. Mesmo quando ninguém está olhando.

A maior parte do mercado entrega um projeto de automação e vai embora. Nós implantamos e continuamos operando — com monitoramento, medição e responsabilidade sobre o que está no ar. Automação que ninguém opera vira ferramenta abandonada.

30 minutos, sem custo e sem script de venda. Você sai com o gargalo mapeado — trabalhando com a gente ou não.

operado por Flávio Lopes 27 anos dentro de operações — de suporte técnico a direção
operação · semana medida jul/2026
1.694.451 execuções em 7 dias · 40 falhas · 0,0024%
  • 00:00 integração fiscal ok
  • 03:20 sincronismo de escalas ok
  • 06:45 canal de atendimento ok
  • 09:10 retentativa automática retry
  • 12:30 consolidação de ordens ok
  • 18:05 relatório operacional ok
1,69 milhão de tarefas que ninguém precisou lembrar de fazer, em 7 dias Medição de infraestrutura · jul/2026
40 falhas no mesmo período — todas classificadas por causa Análise de erros · jul/2026
0,0024% foi a taxa de falha da semana medida Análise de erros · jul/2026
47 monitores vigiando os serviços críticos Mapa de monitoria · 2026

São as automações que operamos hoje, somadas e medidas na própria infraestrutura — cerca de 240 mil tarefas por dia que ninguém precisou lembrar de executar. Nenhum cliente é identificado e nenhum número é estimado.

O problema

O problema nunca foi
falta de ferramenta.

Sua empresa já tem sistema. Provavelmente tem vários. O que não existe é o fio que liga um ao outro — e alguém responsável por garantir que esse fio não arrebente.

A informação é digitada duas vezes

Alguém exporta de um sistema e cola no outro. Todo dia. Quando a pessoa falta, o processo para — e ninguém percebe até o cliente reclamar.

A operação vive na planilha

Escala, controle de campo, conferência, fechamento. A planilha virou o sistema real da empresa — e não tem histórico, não tem alerta, não tem dono.

Você só descobre o erro depois

Falha silenciosa é a mais cara. O processo quebrou na terça e a empresa descobriu na sexta, pelo cliente. Sem medição, todo problema chega tarde.

Cresceu, e a resposta foi contratar

Cada cliente novo virou mais uma pessoa na conferência, no lançamento, na cobrança. A conta sobe junto com o faturamento — e a margem não acompanha.

Tudo depende de você

Um em cada três líderes de PME é o único responsável pela operação diária de alguma área. Agência Brasil, 2024

O padrão do mercado

  • Vende projeto e cobra pela entrega
  • Entrega o fluxo e encerra o contrato
  • Ninguém monitora depois do go-live
  • Quando quebra, abre-se um novo orçamento
  • O conhecimento sai junto com o consultor

Como a AutomaSYS opera

  • Assinatura mensal, implantação embutida
  • Continua operando o que colocou no ar
  • Monitoramento contínuo com alerta antes do cliente
  • Falha tratada dentro do contrato, não em novo orçamento
  • Documentação viva e acesso que ficam com você

Como funciona

Um processo por vez. Medido antes de crescer.

Quem tenta automatizar a empresa inteira de uma vez gasta muito, demora meses para ver retorno e trava no meio. A sequência abaixo existe para que o resultado apareça antes da conta.

  1. 01

    Diagnóstico da operação

    30 minutos para mapear o fluxo real — não o do organograma. Saímos com o gargalo identificado, o custo que ele gera e qual processo atacar primeiro. Sem custo e sem compromisso.

  2. 02

    O primeiro processo no ar

    Um processo escolhido pelo par dor + mensurabilidade entra em produção com indicador definido desde o começo. Você vê o antes e o depois em número, não em promessa.

  3. 03

    Operação assistida

    O que está no ar passa a ser monitorado e sustentado por nós. Falha gera alerta, causa e correção. A cada ciclo, o próximo processo entra na esteira — sem renegociação a cada passo.

Quem opera

27 anos de operação antes da primeira linha de automação.

A AutomaSYS nasce de uma carreira construída dentro da operação — não em cima dela. Suporte técnico em multinacional, coordenação de infraestrutura em banco, gestão de projetos, direção de operações e, hoje, gestão de entrega de serviços em ambiente SaaS.

Isso muda a pergunta que fazemos primeiro. Não é “qual ferramenta usar”, e sim “o que quebra quando essa operação dobrar de tamanho”.

1998Suporte técnico em multinacional de tecnologia
2003Coordenação de suporte e infraestrutura em banco
2005Gestão de projetos e serviços
2012Direção de tecnologia — alinhamento entre negócio e TI
2019Direção de operações · atendimento digital e WhatsApp
2024Gestão de entrega de serviços em operação SaaS
hojeAutomaSYS · operação automatizada como serviço
56%

das horas trabalhadas no Brasil já poderiam ser automatizadas com tecnologia disponível hoje.

McKinsey Global Institute, 2026
37%

é o índice de maturidade digital das PMEs brasileiras. A operação essencial ainda vive no papel, no WhatsApp e na planilha.

Sebrae, 2025
33%

dos líderes de PME são os únicos responsáveis pela operação diária de ao menos uma área.

Agência Brasil, 2024

Perguntas que travam a decisão

As dúvidas que você faria na primeira reunião.

Quanto custa — incluindo o que é recorrente?

Trabalhamos por assinatura mensal, com a implantação embutida: não existe fatura separada de projeto, taxa de setup nem cobrança por chamado. O valor é dimensionado por dois critérios — quantos processos entram na esteira e qual nível de sustentação a operação exige — e sai já na primeira conversa técnica, não depois de três reuniões comerciais. Uma vez definido, fica fixo em contrato.

Se eu quiser trocar de fornecedor depois, fico refém?

Não. Tudo que construímos fica documentado e o acesso à infraestrutura é seu. Entregamos o desenho do processo, as credenciais e a documentação viva junto com a operação. Ficar preso a fornecedor é exatamente o tipo de risco operacional que a gente existe para eliminar.

E se o projeto não terminar nunca?

Não começamos pela empresa inteira. Começamos por um processo — o que mais dói e é mais mensurável — e ele vai ao ar antes de qualquer expansão. Se o primeiro não gerar resultado visível, o problema fica barato e visível cedo, não caro e escondido no fim.

Minha operação é diferente, tenho sistema antigo. Funciona?

Na maioria dos casos, sim — e é o cenário mais comum. Sistema legado que não tem integração pronta é o ponto de partida do nosso trabalho, não o impedimento. O que avaliamos no diagnóstico é se existe alguma porta de entrada nos dados: arquivo, banco, tela, e-mail ou API.

E se a automação bagunçar o que hoje funciona?

Nada entra em produção direto. O fluxo roda primeiro em paralelo ao processo manual, com os dois resultados comparados, e só assume a etapa quando bate. Qualquer passo que grave em sistema seu é reversível, e a ordem de desligar é sua, não nossa.

Meu time não é técnico. Eles vão conseguir usar?

O objetivo é o contrário de exigir mais do time: o processo passa a rodar sem depender de alguém lembrar de executá-lo. Nas primeiras quatro semanas medimos uso real — quantas vezes o fluxo rodou sozinho e quantas alguém voltou a fazer na mão. Se o time não adotou, o problema é do desenho, e a correção é nossa, dentro do contrato.

E se parar de funcionar no meio da noite?

Cada serviço crítico fica sob monitoramento contínuo — hoje são 47 monitores ativos na operação que sustentamos. O alerta chega para nós antes de o cliente perceber. Falha sem alerta é falha dupla, e é por isso que sustentação faz parte do contrato, não é um extra.

Vocês atendem empresa de qualquer tamanho?

Não. O modelo faz sentido a partir de mais ou menos 50 funcionários, quando já existe processo repetitivo com volume suficiente para ser medido. Abaixo disso, normalmente a resposta certa é uma ferramenta pronta — e a gente diz isso na primeira conversa em vez de vender um contrato que não se paga.

Comece pelo diagnóstico.

Uma conversa de 30 minutos sobre a sua operação. Sem apresentação institucional, sem script de venda. Você sai com o mapa do gargalo e a indicação do primeiro processo a atacar — mesmo que não trabalhe com a gente.

  • Sem custo e sem compromisso de contratação.
  • Você fala com quem vai operar, não com vendedor.
  • Se o seu caso não for para nós, dizemos na hora e explicamos por quê.